Uma mãe de aluno agrediu três funcionárias e mordeu a vice-diretora dentro de um colégio estadual em Andirá, no norte do Paraná, após ser chamada para conversar sobre o uso de uniforme.
Uma mãe de aluno agrediu três funcionárias e mordeu a vice-diretora de um colégio estadual em Andirá, no norte do Paraná, na última quarta-feira, 20 de março de 2026. A mulher foi chamada à instituição para discutir o uso de uniforme do filho, culminando em um ataque violento que exigiu intervenção policial.
Contexto
O incidente ocorreu em um colégio estadual localizado na cidade de Andirá, região norte do Paraná. A mãe, de 38 anos, foi convocada pela direção da escola para uma conversa sobre questões disciplinares envolvendo o filho, especificamente o uso indevido do uniforme escolar. A reunião, que deveria ser um diálogo para resolver a situação, escalou rapidamente para um confronto físico.
Conforme relatos, a discussão inicial sobre o uniforme do aluno se transformou em uma agressão quando a mãe, em um surto de fúria, atacou as funcionárias presentes. A gravidade do ocorrido gerou grande repercussão na comunidade escolar e local, levantando preocupações sobre a segurança e o ambiente de trabalho nas instituições de ensino.
O Ataque e as Consequências
Durante a acalorada discussão, a mãe do estudante agrediu fisicamente três funcionárias do colégio. O ápice da violência foi quando ela mordeu a vice-diretora da instituição, causando ferimentos. Além das agressões diretas, algumas fontes indicam que a mulher teria utilizado um capacete para golpear as vítimas, intensificando a brutalidade do ataque.
Após as agressões, a Polícia Militar foi acionada para conter a situação. A mulher foi detida no local e encaminhada à delegacia de Andirá, onde prestou depoimento. As funcionárias agredidas, incluindo a vice-diretora, necessitaram de atendimento médico devido aos ferimentos sofridos durante o incidente violento. A comunidade escolar expressou choque e indignação diante da agressão.
O que dizem as autoridades
A Polícia Civil do Paraná está investigando o caso, que foi registrado como agressão. A mulher de 38 anos, responsável pelas agressões, será ouvida novamente e responderá pelos atos cometidos dentro da instituição de ensino. As autoridades reforçam a importância de manter um ambiente de respeito e segurança nas escolas, condenando qualquer tipo de violência contra profissionais da educação.
A Secretaria de Estado da Educação (SEED) ainda não se pronunciou oficialmente sobre as medidas que serão tomadas em relação à segurança dos funcionários e alunos após o incidente, mas a expectativa é de que o caso seja tratado com a devida seriedade e que providências sejam implementadas para prevenir futuras ocorrências de violência no ambiente escolar.