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Polícia Civil desarticula golpe milionário na construção civil paraense

A Polícia Civil do Pará deflagrou a segunda fase da Operação 'Concreto Armado' nesta quinta-feira (19), investigando uma organização criminosa por estelionato no setor da construção.

19 de março de 2026 às 16:36 1 visualizações 3 min de leitura
Polícia Civil desarticula golpe milionário na construção civil paraense

Polícia Civil desarticula golpe milionário na construção civil em Curitiba

A Polícia Civil do Pará, em colaboração com autoridades paranaenses, deflagrou a segunda fase da Operação "Concreto Armado" nesta quinta-feira (19), resultando na prisão de três indivíduos em Curitiba, Paraná. A ação visa desmantelar uma sofisticada organização criminosa especializada em golpes milionários no setor da construção civil, com ramificações que se estendem por diversas regiões do país.

Contexto da Operação

A Operação "Concreto Armado" teve início no Pará, onde a Polícia Civil investigava um esquema de estelionato que causou prejuízos significativos a construtoras e investidores. A complexidade do golpe envolvia a simulação de transações, falsificação de documentos e a apropriação indevida de recursos, impactando projetos de grande porte e obras de luxo.

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As investigações apontaram para a atuação de uma rede criminosa bem estruturada, que utilizava diferentes estratégias para ludibriar suas vítimas. A abrangência dos golpes não se limitava ao Norte do país, com indícios de que o grupo operava em outros estados, como revelado pela prisão dos suspeitos na capital paranaense e menções a casos em Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

A escolha de Curitiba como palco para as prisões na segunda fase da operação sublinha a capilaridade da organização. A ação conjunta entre as polícias civis de diferentes estados demonstra a gravidade e a dimensão dos crimes investigados, que exigem uma resposta coordenada das forças de segurança para coibir a atuação desses grupos.

Detalhes da Ação Policial em Curitiba

Nesta quinta-feira, a operação culminou na prisão de três pessoas em Curitiba, conforme informações divulgadas pela Polícia Civil. Os detidos são suspeitos de envolvimento direto nos golpes, que consistiam em fraudes elaboradas no setor da construção civil. A ação visa desmantelar a estrutura do grupo, interrompendo suas atividades criminosas e recuperando os valores desviados.

Um dos presos, um empresário, chegou a ser solto após o pagamento de fiança no valor de R$ 10 mil, indicando que as investigações prosseguem para determinar o grau de envolvimento de cada membro e a extensão total dos danos. A Polícia Civil do Pará, responsável pela condução inicial do caso, tem contado com o apoio de outras unidades federativas para rastrear os envolvidos e coletar provas.

Os golpes eram aplicados de forma a atingir principalmente construtoras e empreendimentos imobiliários, comprometendo a execução de projetos e gerando perdas financeiras substanciais. A natureza "sofisticada" dos golpes, mencionada pelas autoridades, sugere o uso de conhecimentos técnicos e jurídicos para burlar os sistemas de controle e fiscalização.

Próximos Passos e Alerta às Empresas

As autoridades indicam que a Operação "Concreto Armado" não se encerra com as prisões em Curitiba. A expectativa é que novas fases sejam deflagradas à medida que as investigações avancem, com o objetivo de identificar e prender todos os envolvidos na organização criminosa. A Polícia Civil reforça a importância da colaboração entre as forças de segurança para combater crimes de grande complexidade como este.

Além das prisões, a operação busca também a recuperação dos ativos obtidos ilicitamente, visando minimizar os prejuízos causados às vítimas. O caso serve de alerta para empresas do setor da construção civil e investidores, que devem redobrar a atenção e adotar medidas de segurança robustas para evitar serem alvo de fraudes semelhantes.

#Polícia Civil#Pará#Construção Civil#Estelionato
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